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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Sacoor Brothers. Uma história inspiradora


A LOUROPEL gosta de partilhar com a sua comunidade de clientes, os seus “stakeholders” e o público em geral as histórias positivas e inspiradoras das marcas da moda portuguesa e internacional. É o caso da Sacoor Brothers, uma marca que nasceu muito pequena, e que, em poucos anos, se tornou internacional. Para a LOUROPEL é um orgulho poder acompanhar de perto esta história de sucesso, produzindo botões, nomeadamente em metal, para a gama de vestuário jeans.
A Sacoor Brothers, que é hoje uma das grandes marcas portuguesas de vestuário, nasceu em 1989, numa pequena loja, em Lisboa, pela mão de quatro irmãos – Malik Sacoor, Salim Sacoor, Moez Sacoor e Rahimo Sacoor –, ainda novos e ainda estudantes. A primeira loja vendia artigos muito acessíveis, em termos de preço e localização, para homens e mulheres.
Em 1990, abriu a segunda loja, também em Lisboa. Seguiu-se a abertura da primeira loja num centro comercial, em 1997. O Colombo foi centro comercial escolhido. Estar presente num grande espaço de consumo deu à Sacoor Brothers uma maior visibilidade, tornando a marca muito mais conhecida. A loja do Colombo “foi um tiro certeiro, cujo sucesso que permitiu à marca atingir um volume de vendas nunca antes visto desde que foi criada, uma vez que o stock previsto para os seis meses seguintes foi vendido em apenas duas semanas”, revela a marca no seu site oficial.
Apostas de sucesso foram consecutivas a partir de 2000, levando a marca para abrir novas lojas em todo o país. Em 2007, a Sacoor Brothers iniciou a sua expansão internacional. Atualmente, tem mais de 42 lojas próprias em Portugal e está presente em oito países na Europa (Bélgica e Inglaterra) e na Ásia (Bahrain, Kuwait, Malásia, Qatar, Singapura e Emirados Árabes Unidos), com lojas próprias e franchisadas.
A Sacoor Brothers tem um modelo de negócio centrado na pesquisa e investigação, no design e no controlo de qualidade junto da produção, que é terceirizada. Ou seja, um conceito que é oposto de muitas as empresas têxteis portuguesas que produzem o vestuário de marcas de outros países.
A notoriedade da marca está baseada numa estratégia de marketing e comunicação assente na associação de celebridades às campanhas de promoção de cada colecção, tanto em Portugal como nos mercados externos. Foi o caso dos protagonistas de séries televisivas como CSI e Prision Break. Ou, atualmente, do futebolista Cristiano Ronaldo. Mais informação sobre a sacoor Brothers: http://www.sacoorbrothers.com.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Obrigado, e Feliz Ano Novo!...


Os objetos coloridos que vemos na imagem são alguns dos 12 milhões de botões que a LOUROPEL produz diariamente, para serem vendidos em mais de 25 países de vários continentes.
Só com essa capacidade de produção, e com a qualidade que os mercados mais exigentes reconhecem há muitos anos, é que os detalhes dos nossos botões se destacam nas roupas das melhores marcas da moda internacional.
Neste momento, em que mais um ano começa, a LOUROPEL agradece o trabalho e o empenho de todos os colaboradores, clientes, fornecedores e outros parceiros da empresa, desejando a todos um Ano Novo muito Próspero e muito Feliz!...

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dudalina e Restoque criam a maior empresa de vestuário de alto padrão do Brasil

Sónia Hess continua como presidente da Dudalina

A empresa de moda brasileira Restoque – Comércio e Confecções de Roupas SA, especializada na venda a retalho e dona de marcas como Le Lis Blanc e Bo.Bô, aprovou a incorporação de 100 por cento das ações da Dudalina – uma das maiores produtoras de camisas masculinas e femininas da América Latina, dona das marcas Dudalina, Individual e Base Jeans. A operação criará a maior empresa do Brasil no segmento de vestuário de alto padrão.
Esta informação foi tornada pública no início de Outubro pela Restoque (http://www.restoque.com.br). Os atuais acionistas da Dudalina receberão ações da Restoque como pagamento e deterão, após a emissão, 50 por cento do capital da Restoque. Entre os principais acionistas da Dudalina estão fundos norte-americanos administrados pelas empresas de investimentos Warburg Pincus e Advent International.
Os presidentes da Restoque, Livinston Bauermeister, e da Dudalina, Sónia Hess, vão permanecer na gestão das duas companhias, sendo que o conselho de administração da Restoque passará de cinco para nove membros, com os quatro novos nomes vindos do conselho de administração da Dudalina (http://dudalina.com.br).
Segundo cálculos divulgados na imprensa brasileira, as duas empresas teriam somado uma receita líquida de 573 milhões de reais (180 milhões de euros), só no primeiro semestre de 2014. A operação reduzirá o nível de endividamento da Restoque e otimizará a produção a partir do uso das cinco fábricas da Dudalina, gerando sinergias na utilização dos canais de vendas, assim como ganhos de escala em despesas administrativas e de marketing.
A Restoque e a Dudalina encerraram a primeira metade do ano com 308 lojas, devendo atingir as 338 lojas até o final de 2014. "A transação em nada altera os planos de expansão das marcas de ambas as companhias”, afiança a Restoque.
A fusão das empresas, que levará as suas marcas para os mesmos canais de venda, deverá ser facilitada pelas semelhanças nos preços praticados e margens das suas operações. Enquanto o preço médio da Dudalina é de 286 reais por peça (90 euros), o da Restoque é de 222 reais (70 euros).
Criada em 1957, em Blumenau, cidade fundada por um filósofo alemão, no Estado de Santa Catarina, a Dudalina, que fabrica 2,6 milhões de peças por ano, alcançou uma receita líquida de 435 milhões de reais (137 milhões de euros), em 2013, impulsionada principalmente pela venda de camisas para um público de alto poder aquisitivo. O lucro líquido da Dudalina no período foi de 110 milhões de reais (35 milhões de euros), contra prejuízo de 18,4 milhões de reais da Le Lis Blanc (5,7 milhões de euros).

Fonte: Revista Exame (Brasil) :: Texto integral: http://migre.me/mkqgU.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O Portugal Fashion e a moda portuguesa


“O Portugal Fashion surgiu em 1995 para ser uma plataforma que permitisse dar visibilidade aos criadores portugueses. Nós sempre fomos conhecidos como um país que confecionava bem, que tem uma indústria bem vista além-fronteiras, por isso é que as grandes marcas se socorriam do nosso país para produzirem os seus produtos. Mas não tínhamos uma marca portuguesa. Era importante criar casamentos entre a indústria [a capacidade produtiva] e os criadores.”

“Em 2000, na primeira vez que [o Portugal Fashion esteve] em Paris, os criadores portugueses fizeram um desfile coletivo. Houve uma dificuldade naquela altura de pôr a moda portuguesa na capital do mundo da moda, porque Portugal não era conhecido como produtor de moda. Passados 14 anos, cada criador tem o seu nome inscrito no calendário, cada criador escolhe o seu espaço, tem a sua marca. A Fátima Lopes já abriu a Semana de Moda de Paris. Há 14 anos isso era impensável. O Felipe Oliveira Batista [estilista], por exemplo, é hoje diretor criativo da Lacoste. E é português. Sem dúvida que, para isso, contribuiu muito este trabalho árduo, resiliente e persistente de projeção da moda portuguesa.”

“Sem os criadores e sem a indústria têxtil não existe o Portugal Fashion. O que pretendemos é ajudar um setor português que já passou por muitas dificuldades mas que hoje se reinventou. Hoje há moda portuguesa.”

“Nós vemos artistas portugueses, escultores portugueses e futebolistas portugueses a vencer além-fronteiras. Temos muito hoje por onde ir beber.”

“O Portugal Fashion não quer entrar em todas as semanas de moda. Só naquelas que entende que podem contribuir para a projeção da moda portuguesa. Já estivemos em Nova Iorque, Istambul, Madrid e Barcelona. Paris foi a única semana da moda que nunca deixámos de fazer. Estivemos em Londres porque é um local de crescimento de novas tendências, de novas formas de pensar, é um alvo forte de criação. Viena é um mercado emergente, é um mundo novo com muitas oportunidades e muito por explorar. A Europa será sempre o nosso mercado natural, porque fala a nossa linguagem, mas equacionamos outros mercados.

Rafael Rocha, diretor de comunicação da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), “Observador”, 02-10-2014 :: Conteúdo integral: http://bit.ly/1BCE9P4

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Alemanha lidera mercado europeu de jeans


Em 2013, a União Europeia importou mais calças jeans. Em relação a 2012, o aumento da quantidade de peças importadas foi de 8,6%. Juntos os membros da comunidade compraram 493,67 milhões de peças jeans, avaliados em 3,6 mil milhões de euros.
A Alemanha é o maior mercado, tendo importado 114 milhões de peças jeans, mantendo um crescimento de 7,2% ao ano, afirma um estudo elaborado por Jean-François Limantour, consultor da Messe Frankfurt, uma das maiores empresas do mundo na organização de feiras, cujos resultados foram divulgados neste mês. O segundo maior comprador europeu de jeans é a Grã Bretanha, com 74,4 milhões de peças. A Espanha ocupa a terceira posição com valores muito próximos dos britânicos.
A China, que até 2012 era a maior fornecedora de calças jeans para a comunidade europeia, perdeu o posto para a Turquia em 2013, sendo ultrapassada também por Bangladesh. Confira mais informações no GBL JEANS, um portal brasileiro especializado no mercado de jeans. Aqui: http://bit.ly/1mTsisc.

domingo, 13 de julho de 2014

As influências do rock no vestuário


Hoje é celebrado o Dia Mundial do Rock, evocando um dos mais importantes géneros musicais do século XX. Foi escolhido o dia 13 de julho porque, nesse dia, em 1985, Bob Geldof, que cantava nos Boontown Rats, organizou o evento Live Aid, com concertos simultâneos no Wembley Stadium, em Londres, e no John F. Kennedy Stadium, na Filadélfia. O objetivo era arrecadar fundos para diminuir a fome e a miséria em África. Na imagem, o Live Aid em Londres. No link, partilhamos um álbum com 30 fotografias para relembrar as influências do rock no vestuário, na segunda metade do século XX e nos primeiros anos do século XXI: http://bit.ly/1qwEpuM.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Exportações têxteis de Portugal crescem 11,2%


Nos primeiros quatro meses de 2014, as exportações da indústria têxtil e de vestuário de Portugal superaram os 1,55 mil milhões de euros, registando um crescimento de 11,2% face ao período homólogo de 2013. Segundo um comunicado da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), "este é o melhor resultado desde 2004", ano da liberalização mundial do comércio têxtil e do vestuário.
As exportações de vestuário lideraram o aumento, com uma subida de 13% (cerca de 18% no vestuário de tecido e cerca de 11% no vestuário de malha). As exportações têxteis cresceram cerca de 10%, (destacando-se o crescimento das exportações de filamentos sintéticos ou artificiais de cerca de 52%, ou 11 milhões de euros). Os têxteis-lar registaram um crescimento de 6% nas exportações. Os destinos que assinalaram maiores crescimentos absolutos foram a Espanha, a França, o Reino Unido, Angola e EUA.
A ATP refere, ainda que as importações de têxteis e vestuário também cresceram cerca de 9% no período em análise, registando um valor de 1,13 mil milhões de euros, (46% correspondem a matérias-primas e 54% a produtos acabados, como vestuário e têxteis-lar). As importações tiveram como principais origens Alemanha, França e Itália. Entre janeiro e abril de 2014, a balança comercial da indústria têxtil e vestuário de Portugal registou um saldo positivo de 413 milhões de euros.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Modatex ensina a calcular custos de produção


Em qualquer setor de atividade é fundamental apurar os custos de produção de um produto ou de um serviço. Ensinar a determinar os custos da produção associados à confecção de vestuário é justamente o foco de um curso de formação que o Modatex – Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil, Vestuário, Confecção e Lanifícios vai promover no seu polo de Barcelos, entre 23 de junho e 7 de agosto de 2014. Com um total de 75 horas, o curso é pós-laboral, realizando-se às terças e quintas-feiras, entre as 19h00 e as 22h00.
Os formandos que frequentarem esta ação de formação irão aprender a planear, criar e desenvolver peças de vestuário, de acordo com o projeto; a definir os conceitos de custos aplicados a uma empresa ou atelier de confecção; a realizar o cálculo para a determinação do custo de produção por peça; a identificar os elementos constituintes e elaborar a ficha técnica; e, finalmente, a preencher a ficha técnica tendo em conta as características do modelo.
Podem candidatar-se pessoas que tenham pelo menos o 9º ano de escolaridade e 18 anos de idade, podendo ser trabalhadores no ativo ou desempregados. Para mais informações, a LOUROPEL partilha a página oficial do Modatex: http://bit.ly/1osW6h9.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Amesterdão é polo mundial do jeans


A cidade de Amesterdão inaugura este ano um centro de formação em denim focado em boas práticas ambientais. A capital holandesa transforma-se, assim, no mais novo polo mundial de amantes do tecido azul. Amesterdão já ostenta uma expressiva concentração de marcas de jeans, designadamente a G-Star e a sede Europa da Tommy Hilfiger, além de novos talentos como Scotch & Soda, Denham, Kings Of Indigo e Kuyichi. 
O resultado dessa movimentação de marcas influentes na capital dos países baixos foi a criação, em 2012, da Associação House of Denim, com o objetivo de federar os profissionais do segmento, sensibilizando-os quanto às problemáticas ambientais. O “denim” é a matéria-prima para a fabricação de roupa jeans. 
Estados Unidos, Europa e Japão representam mais de 65% do consumo mundial. O Brasil é um dos principais produtores desse tipo de tecido do mundo, com uma capacidade instalada de produção acima de 600 milhões de metros lineares por ano. Mais informação sobre a House of Denim de Amesterdão no linK http://bit.ly/1sdsaD0. Na imagem, um par de calças da Kings of Indigo.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Para entender a moda brasileira


Paulo Borges, organizador da principal semana de moda brasileira, o São Paulo Fashion Week, diz que o Brasil desperdiça a oportunidade de investir no setor, que emprega mais que a indústria automobilística. 
Diz Paulo Borges: "A moda brasileira vista pelo estrangeiro ainda está aprisionada em uma expectativa que o estrangeiro tem do Brasil. De fato, nós somos um país muito privilegiado. Porque não temos guerra, nem temperaturas extremas, somos um país tropical, temos uma mistura de raças que provoca um jeito único de ser, somos alegres, brincalhões, felizes, abraçamos, beijamos. E as pessoas esperam um pouco isso da moda: que ela seja colorida, estampada, que ela traga um papagaio ou um abacaxi na estampa. Mas o Brasil é muito mais que isso." 
É uma entrevista importante para entender o mercado brasileiro atual pela voz de um especialista de moda. Confira, no link, a entrevista de Paulo Borges à edição digital brasileira do jornal espanhol "El País": http://bit.ly/1gEhWVS.
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