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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dudalina e Restoque criam a maior empresa de vestuário de alto padrão do Brasil

Sónia Hess continua como presidente da Dudalina

A empresa de moda brasileira Restoque – Comércio e Confecções de Roupas SA, especializada na venda a retalho e dona de marcas como Le Lis Blanc e Bo.Bô, aprovou a incorporação de 100 por cento das ações da Dudalina – uma das maiores produtoras de camisas masculinas e femininas da América Latina, dona das marcas Dudalina, Individual e Base Jeans. A operação criará a maior empresa do Brasil no segmento de vestuário de alto padrão.
Esta informação foi tornada pública no início de Outubro pela Restoque (http://www.restoque.com.br). Os atuais acionistas da Dudalina receberão ações da Restoque como pagamento e deterão, após a emissão, 50 por cento do capital da Restoque. Entre os principais acionistas da Dudalina estão fundos norte-americanos administrados pelas empresas de investimentos Warburg Pincus e Advent International.
Os presidentes da Restoque, Livinston Bauermeister, e da Dudalina, Sónia Hess, vão permanecer na gestão das duas companhias, sendo que o conselho de administração da Restoque passará de cinco para nove membros, com os quatro novos nomes vindos do conselho de administração da Dudalina (http://dudalina.com.br).
Segundo cálculos divulgados na imprensa brasileira, as duas empresas teriam somado uma receita líquida de 573 milhões de reais (180 milhões de euros), só no primeiro semestre de 2014. A operação reduzirá o nível de endividamento da Restoque e otimizará a produção a partir do uso das cinco fábricas da Dudalina, gerando sinergias na utilização dos canais de vendas, assim como ganhos de escala em despesas administrativas e de marketing.
A Restoque e a Dudalina encerraram a primeira metade do ano com 308 lojas, devendo atingir as 338 lojas até o final de 2014. "A transação em nada altera os planos de expansão das marcas de ambas as companhias”, afiança a Restoque.
A fusão das empresas, que levará as suas marcas para os mesmos canais de venda, deverá ser facilitada pelas semelhanças nos preços praticados e margens das suas operações. Enquanto o preço médio da Dudalina é de 286 reais por peça (90 euros), o da Restoque é de 222 reais (70 euros).
Criada em 1957, em Blumenau, cidade fundada por um filósofo alemão, no Estado de Santa Catarina, a Dudalina, que fabrica 2,6 milhões de peças por ano, alcançou uma receita líquida de 435 milhões de reais (137 milhões de euros), em 2013, impulsionada principalmente pela venda de camisas para um público de alto poder aquisitivo. O lucro líquido da Dudalina no período foi de 110 milhões de reais (35 milhões de euros), contra prejuízo de 18,4 milhões de reais da Le Lis Blanc (5,7 milhões de euros).

Fonte: Revista Exame (Brasil) :: Texto integral: http://migre.me/mkqgU.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Inovação: LOUROPEL transforma borra de café em botões ecológicos


A Fábrica de Botões LOUROPEL tem em fase de lançamento no mercado uma linha de botões ecológicos produzidos à base de borra de café. O novo produto, que representa mais uma inovação portuguesa no mercado mundial da botoaria, já foi apresentado a clientes e estilistas e as primeiras impressões são muito positivas.
“Os clientes e estilistas estão a receber muito bem o novo produto. É um botão que incorpora 70 por cento de pó de borra de café, tendo, portanto, uma grande componente natural”, afirma Avelino Rego, administrador da LOUROPEL, manifestando contentamento pelo facto de a empresa de Vila Nova de Famalicão “estar na origem de mais um produto amigo do ambiente, que alia inovação e sustentabilidade”.
Para além de 70% de pó de borra de café, os novos botões da LOUROPEL ganham consistência com a integração de resina reciclada de poliéster polimerizado, “cuja patente é propriedade da LOUROPEL, o que transforma a nossa empresa no único produtor mundial”, salienta Avelino Rego. Ao ser misturada com o pó da borra de café, a resina reciclada proporciona a resistência que permite aos novos botões serem utilizados em todo o tipo de vestuário.
Até agora eram conhecidas diversas formas de reutilização da borra de café, nomeadamente como fertilizante agrícola ou como esfoliante para a pele, mas o que ninguém sabia é que a borra de café poderia ser uma excelente matéria-prima para a produção de botões ecológicos. A novidade conhecida na Fábrica de Botões LOUROPEL está agora a chegar aos clientes internacionais da fábrica portuguesa. Mas a empresa não fica por aqui na descoberta de novos produtos, continuando a fazer testes com outras matérias-primas naturais. 
“A LOUROPEL está permanentemente a inovar, procurando novos produtos e, obviamente, novos mercados, respondendo de forma eficaz às novas tendências da moda no sector do vestuário que, como sabemos, são muito voláteis”, elucida o administrador da fábrica, acrescentando que a inovação permanente implica “estudo e muita investigação”, pois só assim é possível “perceber que design e que modelos de botões são procurados em cada momento”.

BOTÕES ECOLÓGICOS JÁ REPRESENTAM 25% DA PRODUÇÃO

“A LOUROPEL produz 12 milhões de botões por dia e a produção de botões ecológicos já representa 25% do total”, explica Avelino Rego, frisando que “a LOUROPEL é o único produtor mundial de botões ecológicos, através de um processo de fabrico registado e patenteado”
Refira-se que, na produção de botões ecológicos, a LOUROPEL já incorpora produtos naturais e reciclados, tais como papel, farinha de sêmola, algodão, pó de corozo, leite em pó, pó de corno natural, serradura de madeira, folha de madeira natural, fécula de batata, cânhamo, cortiça e outros vegetais.
Marcas e estilistas do mundo da moda internacional como Giorgio Armani, Valentino, Hugo Boss, Zara, Massimo Dutti, Ralph Lauren, Lacoste, Adolfo Dominguez, Shicha, Kenzo, Ted Baker, Tommy Hilfiger, entre muitas outras, figuram entre os clientes da LOUROPEL, cujos botões são vendidos em 25 países. 
“Somos uma empresa global, pois temos uma boa capacidade de produção que nos permite cumprir prazos de entrega. Os nossos principais mercados são a Europa e Estados Unidos. Também exportamos para a Ásia, Brasil e Austrália”, informa o administrador.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Alemanha lidera mercado europeu de jeans


Em 2013, a União Europeia importou mais calças jeans. Em relação a 2012, o aumento da quantidade de peças importadas foi de 8,6%. Juntos os membros da comunidade compraram 493,67 milhões de peças jeans, avaliados em 3,6 mil milhões de euros.
A Alemanha é o maior mercado, tendo importado 114 milhões de peças jeans, mantendo um crescimento de 7,2% ao ano, afirma um estudo elaborado por Jean-François Limantour, consultor da Messe Frankfurt, uma das maiores empresas do mundo na organização de feiras, cujos resultados foram divulgados neste mês. O segundo maior comprador europeu de jeans é a Grã Bretanha, com 74,4 milhões de peças. A Espanha ocupa a terceira posição com valores muito próximos dos britânicos.
A China, que até 2012 era a maior fornecedora de calças jeans para a comunidade europeia, perdeu o posto para a Turquia em 2013, sendo ultrapassada também por Bangladesh. Confira mais informações no GBL JEANS, um portal brasileiro especializado no mercado de jeans. Aqui: http://bit.ly/1mTsisc.

terça-feira, 1 de abril de 2014

“Moda é cultura”, defende estilista Ronaldo Fraga


“Quando a inspiração para uma coleção é a literatura tudo fica mais fácil, pois você é o dono da imagem.”

“Em muitos países a moda já é entendida como cultura. Ela faz parte dos novos vetores de cultura, como a arquitetura, a gastronomia e o design gráfico. (...) Existe uma ignorância e um preconceito contra o setor [da moda]. É um vetor que emprega? Sim, como todos os da cultura. Que movimenta dinheiro? Sim, como o cinema. Mas é sem dúvida um vetor cultural. Muito da memória e da cultura de um país é entendida pela forma como as pessoas moram, comem e vestem em determinada época.”

“A cultura de moda no Brasil está adolescendo. Já temos uma identidade de moda. O estrangeiro bate o olho na nossa roupa e sabe que é brasileira. Vivemos tempos adversos, nossa indústria têxtil padece com concorrência desleal que vem de fora, mas somos resistentes, somos otimistas só de raiva.”

“[A crise da indústria têxtil brasileira é] muito triste, perdemos grandes tecelagens, uma geração de empregos, de renda, de retorno econômico. E perdemos parte da cultura brasileira. No século XX, o Brasil tinha o poder da indústria têxtil, perder isso foi um pecado. Mas também é um setor que não tem articulação política alguma, estamos aprendendo.”

“Faço tudo no Brasil. Minha estrutura é pequena. Já foi maior, mas tive que diminuir justamente para sobreviver. No Brasil, ou você é pequeno ou gigante. Quando comecei a fazer coleção infantil, por exemplo, tive que escolher entre ela e a masculina. Por isso, hoje, o masculino é um coadjuvante na loja, mas não vai mais para desfiles.”

“Só tem uma coisa que me move, que se eu não fosse estilista eu continuaria a perseguir: meu amor pela cultura brasileira. O primeiro contato que eu tive com a moda foi lendo. Eu lia muita literatura política e, em um livro do Zuenir Ventura, li sobre a Zuzu Angel. Uma figura marcante na moda e na política. Nunca pensei que com a moda você pudesse falar outras coisas que não fosse a roupa, a estação. Por isso, minha cartilha sempre foi essa, fazer a moda como um vetor cultural.”

“Eu digo que a moda está louca para se libertar da roupa. E ela faz isso quando estabelece diálogo com outras frentes. Colocar seu estilo ao serviço da indústria é fascinante. Essas parcerias colocam a moda no lugar dela, que é a contemporaneidade, o cotidiano. Agora fiz uma parceria com uma marca de cosméticos masculina francesa. Por enquanto ainda não posso dar mais detalhes.”

Ronaldo Fraga, estilista brasileiro, em entrevista à edição online da revista “Veja”, 31-03-2014 :: Entrevista integral no link: http://abr.ai/1mGrnMx.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Têxteis de Portugal batem recorde com 12 anos


"Janeiro de 2014 foi o melhor mês de exportações do sector têxtil e vestuário dos últimos 12 anos", revelou João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), em comunicado divulgado nesta quarta-feira, sia 12. João Costa explicou que os 411 milhões de euros de exportações realizados em Janeiro representam um crescimento de 14% face a Janeiro de 2013.
As exportações dos têxteis portugueses para a União Europeia aumentaram 16%, para 342 milhões, com destaque para os bons comportamentos registados na Áustria (40,3%), Polónia (36,6%), França (29,2%), Dinamarca (22,1%), Suécia (21,4%), Reino Unido (20,2%), Países Baixos (18,9%), Espanha (15,2%) e Alemanha (10,2%). As vendas para Angola cresceram 78%, perfazendo 10 milhões. E para a China registaram uma taxa de crescimento de 44%, subindo para 3,7 milhões.
Com os seus botões de qualidade reconhecida em todo o mundo, a LOUROPEL orgulha-se de contribuir para o sucesso das exportações de muitas empresas têxteis portuguesas!... Confira: http://bit.ly/O2dhqa.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

“Doutor Catástrofe”: “Pior da crise já passou”


No início deste ano de 2014, a LOUROPEL saúda as boas perspectivas para a economia mundial, aliás, já traduzidas no aumento da produção e vendas dos nossos botões, nos vários mercados mundiais, ao longo de 2013. 
Felizmente, a zona euro já não corre o risco de separação ou de saída de um ou mais países do bloco monetário. O cenário otimista é defendido pelo economista norte-americano Nouriel Roubini, para quem a fase mais grave da crise económica mundial terminou. “O pior da crise já passou em termos de riscos financeiros”, disse o economista, recentemente, em Davos, na Suíça, numa entrevista à “Bloomberg”, por ocasião do Fórum Económico Mundial. É importante sublinhar que Nouriel Roubini é conhecido por "Doutor Catástrofe" por ter previsto a crise financeira norte-americana de 2008. Por isso, esta visão positiva tem ainda mais valor.
Além do otimismo internacional, é de acrescentar que 2014 é também o ano em que Portugal deverá sair da alçada financeira da “Troika” formada pelo Fundo Monetário Internacional, pelo Banco Central Europeu e pela União Europeia, o que deverá acontecer no próximo mês de Junho.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Indústria têxtil em crescimento


Aqueles que há 20 anos condenaram à morte o setor têxtil português devem estar arrependidos dos disparates que disseram. A verdade é que os mercados estão a desmentir as previsões trágicas. E ainda bem. A indústria do têxtil e do vestuário de Portugal tem um objetivo definido até 2018: atingir um valor de exportações de cinco mil milhões de euros, mais 16,2% do que em 2013. O presidente da Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal (ATP), João Costa, afirma que pretende alcançar esse objetivo através de uma campanha para fazer aumentar as vendas nos mercados fora da Europa. Mais informações no link: http://bit.ly/1ejdmON. Na imagem uma criação masculina do estilista português Nuno Gama.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Empresa líder e de vanguarda tecnológica


A vocação exportadora da LOUROPEL chega diariamente aos mercados de vários continentes. Além de clientes em mais de duas dezenas de países europeus, recebem os nossos botões ecológicos importadores dos Estados Unidos (América do Norte), Brasil (América do Sul), China, Índia e Bangladesh (Ásia) e Marrocos e Tunísia (África). A LOUROPEL orgulha-se de ser uma empresa líder e de vanguarda tecnológica no mercado mundial de botões.
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