As exportações de tecidos portugueses para a China continental cresceram 10% em 2014, ilustrando o “bom nome de Portugal” no mercado têxtil internacional, como afirma Sofia Batalha, diretora executiva da ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Segundo a responsável, “as novas marcas chinesas conhecem-nos cada vez mais e há marcas internacionais, sobretudo americanas, que compram a matéria-prima em Portugal e confecionam depois os produtos na China”.
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sexta-feira, 20 de março de 2015
China compra mais tecidos portugueses
As exportações de tecidos portugueses para a China continental cresceram 10% em 2014, ilustrando o “bom nome de Portugal” no mercado têxtil internacional, como afirma Sofia Batalha, diretora executiva da ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Segundo a responsável, “as novas marcas chinesas conhecem-nos cada vez mais e há marcas internacionais, sobretudo americanas, que compram a matéria-prima em Portugal e confecionam depois os produtos na China”.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
LOUROPEL no ‘cluster’ têxtil-moda luso-galego
A Fábrica de Botões
LOUROPEL é uma das empresas de insumos do setor têxtil cujos produtos contribuem
para aumentar a qualidade do “cluster” têxtil-moda transfronteiriço que está
consolidado nos territórios de Portugal e da Galiza, no Norte de Espanha, o qual tem um forte impacto na economia do Noroeste peninsular.
Os números globais divulgados
neste mês de janeiro confirmam: em 2014, o valor das exportações portuguesas no
setor têxtil e do vestuário ascendeu a 4,6 mil milhões de euros, tendo a Galiza
sido um dos principais clientes, com compras avaliadas em mais de mil milhões
de euros. Segundo informações do presidente da Associação Têxtil e Vestuário de
Portugal (ATP), João Costa, divulgadas pela Lusa, agência pública portuguesa de
notícias, a Espanha foi o destino de mais de 30 por cento das exportações
portuguesas do setor, gerando uma faturação das empresas portuguesas próxima de
1,5 mil milhões de euros. “Deste valor, mil milhões de euros referem-se a
exportações para a Galiza”, explicou João Costa, destacando entre os clientes o
grupo Inditex, com sede em Arteixo, na Corunha, composto por centenas de
empresas da área do design, fabrico e distribuição de produtos têxteis. Marcas
como Zara, Pull & Bear ou Massimo Dutti integram o universo do grupo
Inditex. Estas marcas são alguns dos grandes clientes da LOUROPEL no mercado
espanhol.
O presidente da
Associação Têxtil e Vestuário de Portugal divulgou os números durante uma
visita de empresários têxteis da Galiza ao Centro Tecnológico das Indústrias
Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), em Vila Nova de Famalicão. Organizada
pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Galiza-Norte de
Portugal, a jornada incluiu ainda visitas a duas empresas têxteis do Minho. “O
objetivo é fortalecer o ‘cluster’ têxtil-moda transfronteiriço”, explicou o
secretário-geral da Confederação das Indústrias Têxteis da Galiza, Alberto
Rocha Guisande, sublinhando que esta é uma parceria que “já vem de há muitos
anos”. O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do
Norte, Emídio Gomes, por seu lado, falando em nome do Governo de Portugal, referiu
que o têxtil “é um setor prioritário” nas relações económicas com a Galiza. Do
lado da Espanha, o mesmo interesse: o presidente do Instituto Galego de Promoção
Económica, Abel Veiga, apontou Portugal como “o sócio prioritário” daquela
região autónoma de Espanha.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Dudalina e Restoque criam a maior empresa de vestuário de alto padrão do Brasil
Sónia Hess continua como presidente da Dudalina
A empresa de moda brasileira Restoque
– Comércio e Confecções de Roupas SA, especializada na venda a retalho e dona
de marcas como Le Lis Blanc e Bo.Bô, aprovou a incorporação de 100 por cento
das ações da Dudalina – uma das maiores produtoras de camisas masculinas e
femininas da América Latina, dona das marcas Dudalina, Individual e Base Jeans.
A operação criará a maior empresa do Brasil no segmento de vestuário de alto
padrão.
Esta informação foi tornada pública
no início de Outubro pela Restoque (http://www.restoque.com.br). Os atuais
acionistas da Dudalina receberão ações da Restoque como pagamento e deterão,
após a emissão, 50 por cento do capital da Restoque. Entre os principais
acionistas da Dudalina estão fundos norte-americanos administrados pelas
empresas de investimentos Warburg Pincus e Advent International.
Os presidentes da Restoque, Livinston
Bauermeister, e da Dudalina, Sónia Hess, vão permanecer na gestão das duas companhias,
sendo que o conselho de administração da Restoque passará de cinco para nove
membros, com os quatro novos nomes vindos do conselho de administração da
Dudalina (http://dudalina.com.br).
Segundo cálculos divulgados na
imprensa brasileira, as duas empresas teriam somado uma receita líquida de 573
milhões de reais (180 milhões de euros), só no primeiro semestre de 2014. A
operação reduzirá o nível de endividamento da Restoque e otimizará a produção a
partir do uso das cinco fábricas da Dudalina, gerando sinergias na utilização
dos canais de vendas, assim como ganhos de escala em despesas administrativas e
de marketing.
A Restoque e a Dudalina encerraram a
primeira metade do ano com 308 lojas, devendo atingir as 338 lojas até o final
de 2014. "A transação em nada altera os planos de expansão das marcas de
ambas as companhias”, afiança a Restoque.
A fusão das empresas, que levará as suas
marcas para os mesmos canais de venda, deverá ser facilitada pelas semelhanças
nos preços praticados e margens das suas operações. Enquanto o preço médio da
Dudalina é de 286 reais por peça (90 euros), o da Restoque é de 222 reais (70
euros).
Criada em 1957, em Blumenau, cidade
fundada por um filósofo alemão, no Estado de Santa Catarina, a Dudalina, que fabrica
2,6 milhões de peças por ano, alcançou uma receita líquida de 435 milhões de
reais (137 milhões de euros), em 2013, impulsionada principalmente pela venda
de camisas para um público de alto poder aquisitivo. O lucro líquido da Dudalina
no período foi de 110 milhões de reais (35 milhões de euros), contra prejuízo
de 18,4 milhões de reais da Le Lis Blanc (5,7 milhões de euros).
Fonte: Revista Exame (Brasil) ::
Texto integral: http://migre.me/mkqgU.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
O Portugal Fashion e a moda portuguesa
“O Portugal Fashion
surgiu em 1995 para ser uma plataforma que permitisse dar visibilidade aos
criadores portugueses. Nós sempre fomos conhecidos como um país que
confecionava bem, que tem uma indústria bem vista além-fronteiras, por isso é
que as grandes marcas se socorriam do nosso país para produzirem os seus
produtos. Mas não tínhamos uma marca portuguesa. Era importante criar
casamentos entre a indústria [a capacidade produtiva] e os criadores.”
“Em 2000, na primeira vez
que [o Portugal Fashion esteve] em Paris, os criadores portugueses fizeram um
desfile coletivo. Houve uma dificuldade naquela altura de pôr a moda portuguesa
na capital do mundo da moda, porque Portugal não era conhecido como produtor de
moda. Passados 14 anos, cada criador tem o seu nome inscrito no calendário,
cada criador escolhe o seu espaço, tem a sua marca. A Fátima Lopes já abriu a Semana
de Moda de Paris. Há 14 anos isso era impensável. O Felipe Oliveira Batista [estilista],
por exemplo, é hoje diretor criativo da Lacoste. E é português. Sem dúvida que,
para isso, contribuiu muito este trabalho árduo, resiliente e persistente de
projeção da moda portuguesa.”
“Sem os criadores e sem a
indústria têxtil não existe o Portugal Fashion. O que pretendemos é ajudar um
setor português que já passou por muitas dificuldades mas que hoje se
reinventou. Hoje há moda portuguesa.”
“Nós vemos artistas
portugueses, escultores portugueses e futebolistas portugueses a vencer
além-fronteiras. Temos muito hoje por onde ir beber.”
“O Portugal Fashion não
quer entrar em todas as semanas de moda. Só naquelas que entende que podem
contribuir para a projeção da moda portuguesa. Já estivemos em Nova Iorque,
Istambul, Madrid e Barcelona. Paris foi a única semana da moda que nunca
deixámos de fazer. Estivemos em Londres porque é um local de crescimento de
novas tendências, de novas formas de pensar, é um alvo forte de criação. Viena
é um mercado emergente, é um mundo novo com muitas oportunidades e muito por
explorar. A Europa será sempre o nosso mercado natural, porque fala a nossa
linguagem, mas equacionamos outros mercados. ”
Rafael Rocha, diretor de
comunicação da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), “Observador”,
02-10-2014 :: Conteúdo integral: http://bit.ly/1BCE9P4
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Alemanha lidera mercado europeu de jeans
Em 2013, a União Europeia
importou mais calças jeans. Em relação a 2012, o aumento da quantidade de peças
importadas foi de 8,6%. Juntos os membros da comunidade compraram 493,67
milhões de peças jeans, avaliados em 3,6 mil milhões de euros.
A Alemanha é o maior
mercado, tendo importado 114 milhões de peças jeans, mantendo um crescimento de
7,2% ao ano, afirma um estudo elaborado por Jean-François Limantour, consultor
da Messe Frankfurt, uma das maiores empresas do mundo na organização de feiras,
cujos resultados foram divulgados neste mês. O segundo maior comprador europeu
de jeans é a Grã Bretanha, com 74,4 milhões de peças. A Espanha ocupa a
terceira posição com valores muito próximos dos britânicos.
A China, que até 2012 era
a maior fornecedora de calças jeans para a comunidade europeia, perdeu o posto
para a Turquia em 2013, sendo ultrapassada também por Bangladesh. Confira mais
informações no GBL JEANS, um portal brasileiro especializado no mercado de
jeans. Aqui: http://bit.ly/1mTsisc.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
LOUROPEL na revista de bordo da TAP
A LOUROPEL é destaque na edição de Junho da UP Magazine
(http://upmagazine-tap.com), a revista de bordo da TAP Portugal. Editada em
português e inglês, a UP Magazine foca o que de melhor se faz em Portugal.
Vocacionada para as viagens e para os viajantes, desvenda paisagens, histórias,
lugares e segredos, não só de Portugal como de outros lugares e destinos em
todo o mundo, em especial os destinos para onde voam a TAP Portugal e os seus
parceiros.
Empresas, pessoas, criações, ícones, tendências e a inventividade
portuguesa, marcas de uma identidade, têm destaque na revista. Por isso, para a
LOUROPEL é uma grande honra ser tema de cinco páginas da edição impressa da UP
Magazine, que mensalmente leva reportagens, crónicas e artigos para um público
internacional estimado em mais de um milhão de leitores. O trabalho
jornalístico é da autoria da jornalista Ana Pimentel. Veja no link em formato
PDF, que pode copiar para ler mais tarde: http://bit.ly/1lP3gK8.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Exportações têxteis de Portugal crescem 11,2%
Nos primeiros quatro
meses de 2014, as exportações da indústria têxtil e de vestuário de Portugal superaram
os 1,55 mil milhões de euros, registando um crescimento de 11,2% face ao
período homólogo de 2013. Segundo um comunicado da Associação Têxtil e
Vestuário de Portugal (ATP), "este é o melhor resultado desde 2004",
ano da liberalização mundial do comércio têxtil e do vestuário.
As exportações de
vestuário lideraram o aumento, com uma subida de 13% (cerca de 18% no vestuário
de tecido e cerca de 11% no vestuário de malha). As exportações têxteis
cresceram cerca de 10%, (destacando-se o crescimento das exportações de
filamentos sintéticos ou artificiais de cerca de 52%, ou 11 milhões de euros).
Os têxteis-lar registaram um crescimento de 6% nas exportações. Os destinos que
assinalaram maiores crescimentos absolutos foram a Espanha, a França, o Reino
Unido, Angola e EUA.
A ATP refere, ainda que
as importações de têxteis e vestuário também cresceram cerca de 9% no período
em análise, registando um valor de 1,13 mil milhões de euros, (46% correspondem
a matérias-primas e 54% a produtos acabados, como vestuário e têxteis-lar). As
importações tiveram como principais origens Alemanha, França e Itália. Entre
janeiro e abril de 2014, a balança comercial da indústria têxtil e vestuário de
Portugal registou um saldo positivo de 413 milhões de euros.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
LOUROPEL na revista "Portugal Global"
Líder mundial na produção de botões, a LOUROPEL tem como mercados principais a Europa, Estados Unidos e Brasil, fornecendo grandes marcas mundiais de vestuário como a Hugo Boss, Ralph Lauren, Armani, Valentino, Kenzo e Massimo Dutti, entre outras. Os 12 milhões de botões produzidos diariamente pela LOUROPEL são destaque na revista “Portugal Global”, editada pela AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, organismo do Ministério da Economia do Governo português. Confira a reportagem no link: http://bit.ly/1j7uXZg.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Têxteis portugueses recuperam
A economia portuguesa
trava, mas os têxteis continuam a recuperar. Nos primeiros três meses de 2014,
as exportações da indústria têxtil e do vestuário somaram 1,189 mil milhões de
euros, mais 11% do que o valor registado em período homólogo de 2013. O vestuário
e acessórios de malha e de tecido foram os principais motores deste resultado,
com crescimentos de 12% e 17% respetivamente, num período em que o saldo
comercial da balança do sector melhorou 12,3%, atingindo os 325 milhões de
euros. Este desempenho numa fileira que teve, no bimestre janeiro-fevereiro, o
melhor mês dos últimos 12 anos, justifica o otimismo da ATP - Associação Têxtil
e Vestuário de Portugal, que fixou como objetivo para o exercício, exportar 4,5
mil milhões de euros, mais 5% que no ano anterior. Como escreve o jornal
"Expresso", as boas notícias estendem-se à fileira do calçado. Veja
aqui: http://bit.ly/1iRSn4N.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Alfaiataria industrial e museu têxtil em Leiria
Ansião, uma pequena vila de um município com o mesmo nome, no distrito de Leiria, zona centro de Portugal, vai ter um museu da indústria têxtil e deverá assistir ao relançamento da indústria têxtil, na freguesia de Avelar, com a reestruturação das empresas Pivot, Fareleiros, Fiar e Finistex, que estavam a caminho da falência e que mudaram de mãos, tendo sido adquiridas pelo empresário Francisco Batista, numa operação aprovada em Dezembro último pela assembleia de credores. O objetivo é criar uma alfaiataria industrial, focada na exportação, que já está em funcionamento, com metas de crescimento até 2017.
Se os acordos forem
cumpridos e se tudo correr bem, estamos perante mais uma boa notícia do setor
têxtil português que, neste caso, significa o seu renascimento numa terra que
já empregou cerca de mil pessoas. Segundo a agência de notícias Lusa, nesta
terça-feira, o Município de Ansião assinou um acordo com a têxtil Avelmod –
empresa que adquiriu quatro unidades têxteis na freguesia de Avelar, evitando a
sua liquidação e salvando do desemprego 112 pessoas –, tendo em vista a criação
do Museu da Indústria Têxtil. O protocolo para a instalação do museu na vila de
Avelar lembra a "importância económica, social e cultural que a indústria
têxtil" tem na freguesia desde o século passado, atividade que vai ter um
"novo fôlego" com a reestruturação e relançamento das empresas
têxteis adquiridas pela Avelmod, através da criação de 200 postos de trabalho
no horizonte de três anos.
No âmbito do acordo, o
Município de Ansião, onde vivem 13 mil pessoas, vai adquirir um imóvel à
Avelmod – Têxtil SA, pelo valor de quase 72 mil euros, responsabilizando-se a
empresa por contribuir para o acervo museológico. O protocolo obriga a empresa
a transferir a sua sede social de Tábua (distrito de Coimbra) para Ansião. O
futuro Museu da Indústria Têxtil de Ansião vai incluir um ateliê de confeção
personalizada orientado para a exposição e venda de produtos têxteis fabricados
na terra.
O empresário Francisco
Batista, que lidera outras unidades fabris na região Centro e em Cabo Verde,
afirmou que, neste momento, Avelmod – Têxtil SA, com capacidade para a confeção
de cinco mil fatos de homem por mês e que "trabalha para as maiores marcas
a nível mundial", emprega 95 pessoas, prevendo-se, em Maio, que venha a
empregar mais 22 trabalhadores numa unidade que quer que seja uma alfaiataria
industrial. Em curso está, também, a instalação da Avelfabrics, que deverá
entrar em funcionamento em Setembro, para agregar tecelagem, acabamentos e
tinturaria (que eram da responsabilidade da Fareleiros, Finistex e Fiar,
respetivamente). Fonte:
http://bit.ly/1jzPKbN.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Roupa portuguesa conquista mercados
A
roupa portuguesa está em alta em vários mercados internacionais. Não são apenas
marcas internacionais que produzem em Portugal. São as roupas de criativos
portugueses que conquistam mercados.
Em
2012 e 2013, a indústria têxtil portuguesa cresceu substancialmente. “No ano
passado, exportámos 4,3 mil milhões de euros para 184 países, um saldo positivo
de mil milhões na balança comercial”, diz João Costa (na imagem), presidente da
Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP).
A
subida de 3,5% é o melhor resultado dos últimos cinco anos. Confira a notícia
do jornal digital “Dinheiro Vivo”: http://bit.ly/1doy6lq.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Jornal da Galiza convida LOUROPEL
Desde 1990, o jornal
espanhol “El Correo Galego”, com sede em Santiago de Compostela, organiza a Gala
de entrega dos Prémios Gallego del Año – um dos maiores eventos sociais em
terras galegas. O administrador da LOUROPEL, Avelino Rego, à esquerda na
imagem, foi um dos convidados de “El Correo Galego” na grande festa de entrega
dos Prémios Gallego del Año 2013, que encheu o Palácio de Congressos e
Exposições de Santiago de Compostela. Um convite que muito honrou o empresário
português, que viu nesse gesto do importante jornal galego “o reconhecimento da LOUROPEL
como fornecedor credível e de prestígio da economia espanhola” – onde a empresa
de botões tem diversos clientes, com destaque para o Grupo Inditex,
proprietário de várias marcas de vestuário conhecidas mundialmente como a Zara,
Massimo Dutti, Pull and Bear, entre outras. Veja no link outras imagens do
evento: http://bit.ly/1dQtqUz.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Famalicão lidera exportações a Norte
O Município de Vila Nova
de Famalicão é líder nas exportações do Norte de Portugal e o terceiro mais
exportador do País. Os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística
(INE), relativos a 2012, indicam que a terra onde estão sediadas empresas e marcas como a LOUROPEL,
Continental, Vieira, Leica, Riopele, Salsa, entre muitas outras, atingiu cerca
de 1,6 mil milhões de euros em exportações para os diversos mercados mundiais.
A LOUROPEL orgulha-se de fazer parte desta excelente história, exportando os seus botões para vários mercados internacionais. Confira mais
informações no link para uma notícia recente do jornal digital “Dinheiro Vivo”, especializado em informação económica:
http://bit.ly/L1d84c. Fotografia: António Freitas / CM VNF
Marcadores:
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LOUROPEL,
VILA NOVA DE FAMALICÃO
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
“Doutor Catástrofe”: “Pior da crise já passou”
No início deste ano de 2014, a LOUROPEL saúda as boas perspectivas para a
economia mundial, aliás, já traduzidas no aumento da produção e vendas dos
nossos botões, nos vários mercados mundiais, ao longo de 2013.
Felizmente, a
zona euro já não corre o risco de separação ou de saída de um ou mais países do
bloco monetário. O cenário otimista é defendido pelo economista norte-americano Nouriel
Roubini, para quem a fase mais grave da crise económica mundial terminou. “O
pior da crise já passou em termos de riscos financeiros”, disse o economista, recentemente, em Davos, na Suíça, numa entrevista à “Bloomberg”, por ocasião do Fórum Económico Mundial. É importante sublinhar que
Nouriel Roubini é conhecido por "Doutor Catástrofe" por ter previsto
a crise financeira norte-americana de 2008. Por isso, esta visão positiva tem
ainda mais valor.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
LOUROPEL anuncia aposta no mercado asiático
::
Líder mundial de mercado no setor, a
Louropel, de Vila Nova de Famalicão, produz entre 9 a 12 milhões de botões por
dia, paga salários "acima da média" e este ano, apesar da crise,
aumentou a faturação em 2 milhões de euros. Os números foram revelados pelo
administrador Avelino Rego, que adiantou ainda que 80% da produção é para
exportação e que a empresa perspetiva para o segundo semestre de 2014 novos
investimentos, quer em instalações, quer em tecnologia de ponta. Estes
investimentos poderão levar à criação de mais uma dezena de postos de trabalho.
A Louropel tem a especificidade de ser
"a única no mundo" que fabrica botões ecológicos, com a reciclagem
das resinas polimerizadas resultantes da própria produção da empresa. Neste
momento, 25% dos botões diariamente produzidos já são ecológicos. "Num prazo de 10 anos, queremos
aproveitar 100% dos nossos resíduos e ainda comprar os resíduos dos
outros", afirmou Avelino Rego, para vincar a preocupação e a aposta
ecológicas da empresa.
Em 2012, a Louropel, que tem três
unidades, em Louro, no município de Vila Nova de Famalicão, faturou 12 milhões
de euros, montante que este ano vai ascender a 14 milhões. Tem 243
trabalhadores, sendo a carga salarial mensal de cerca de 250 mil euros. “Se
queremos qualidade, temos de a pagar”, referiu Avelino Rego.
Na produção “pura e dura”, e mantendo
fidelidade a uma regra de ouro da empresa, apenas operam homens, porque se
trata de uma “indústria pesada”. A empresa emprega, no entanto, cerca de 40
mulheres, essencialmente em tarefas administrativas.
Nos últimos 12 anos, a empresa investiu
mais de 50 milhões de euros. Os seus principais mercados são a Europa e os
Estados Unidos da América, mas, a partir de janeiro, a empresa vai também
apostar “com mais força” na Ásia, concorrendo com os chineses.
Segundo Avelino Rego, a inovação é a
palavra-chave do sucesso de uma empresa que nasceu há 48 anos, pela mão do seu
pai. ”Começou na cave da casa do meu pai. Os trabalhadores eram ele, a minha
mãe e uma tia. As máquinas ficavam a trabalhar de noite. Quando entupiam,
faziam um barulho diferente e lá ia o meu pai, que dormia por cima,
desentupi-las”, recordou o atual responsável da Louropel.
A empresa foi crescendo, até que há
cerca de uma década foi construída uma nova nave, expressamente para a produção
de botões ecológicos. Hoje, a Louropel fornece várias marcas conhecidas
mundialmente, como a Armani, a Massimo Dutti ou a Hugo Boss.
A Louropel foi visitada pelo Presidente
da Câmara Municipal, no âmbito do seu roteiro “Made in Famalicão”, que pretende
destacar casos de sucesso e de empreendedorismo. O autarca vincou o “orgulho”
de ter no concelho de Vila Nova de Famalicão uma empresa líder mundial na
produção de botões e apontou a Louropel como um exemplo, a seguir, de
empreendedorismo.
[Fonte: Lusa – Agência de Notícias de
Portugal, 02-12-2013. Fotografias: António Freitas / Município de Vila Nova de Famalicão]
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Indústria têxtil portuguesa está em alta
As exportações da
indústria têxtil e de vestuário de Portugal aumentaram 7% no último mês de
Setembro, ajudando a consolidar o crescimento acumulado nos primeiros nove
meses de 2013: 2,4% para um valor global de 3,2 mil milhões de euros. E a
vizinha Espanha continua a ser o melhor cliente.
Quando faltavam apenas
três meses para fechar o ano, este sector tradicional estava cada vez mais
próximo de voltar a bater o recorde de exportações no montante de 4.200 milhões
de euros alcançado em 2012.
Confira os dados
revelados pelo director-geral da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal
(ATP), Paulo Vaz, numa notícia do jornalista António Larguesa, no “Jornal de
Negócios Online”: http://bit.ly/1gHpMTq.
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